Recomendação do Recanto




"Não subestime o desprezo absoluto das pessoas. Tornar-se um pária não é fácil. As pessoas acreditam que o diabo é Satan. Ignoram que o mundo é muito mais antigo que o cristianismo. Tudo para essas pessoas ignorantes é coisa do “diabo”. E julgam, recriminam e segregam. Ainda que isso seja um pecado diante de Deus. Porém, estranhamente é exatamente esse comportamento hipócrita e preconceituoso que a Igreja incentiva. É tudo tão absurdo. E afinal o que são os pecados? É uma maneira de controle do ser humano, de condená-lo, de inserir culpa pelos seus desejos naturais, de submetê-lo, de castrar seus pensamentos. É tudo tão ridículo."

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Morri, e agora?

Escrito por Recanto do Opositor

Não dificilmente leigos se deparam diante da questão: para onde vai o Satanista após sua morte? Crêem eles em inferno? Senão, no que crêem? Para uma questão tão simples como esta, não vou me alongar muito. Mas como sei que esta é uma dúvida recorrente, podemos esclarecê-la por aqui.

A principal "meta" para o Satanista é simplesmente viver. Viver em toda a sua potencialidade, desfrutar da vida em todas as suas possibilidades, usufruir de bens mentais e materiais para que o percurso do tempo na Terra seja aproveitado da melhor forma possível.

Ao contrário dos pensamentos metafísicos de céu, inferno, reencarnação, cosmos eterno, e outras coisas não tão palpáveis, o Satanista não cria dimensões de espaço e tempo paralelas à qual nos encontramos. Pode-se até duvidar (nunca se sabe...), mas não deixamos de viver por qualquer forma de temor no que diz respeito ao post-mortem.

O que significa dizer que definitivamente não acreditamos em nada aquilo que esteja além de nossa vida terrena. Ou seja, quando morremos, simplesmente morremos. A vida não é uma passagem, mas a grande viajem. A preocupação que temos diz respeito não ao que viria depois da morte, mas sim com a própria morte em si, a "grande abstinência", como diria LaVey.

Mas ora, então simplesmente vivemos e ficamos por isto mesmo? A pergunta por si já traz uma desvalorização tremenda da vida em si, nosso maior tesouro. Não só vivemos, nós VIVEMOS. E se quisermos transcendê-la, basta simplesmente vivê-la intensamente. O que isto significa?

Significa dizer que o "paraíso" do Satanista é a lembrança, e o "inferno", o esquecimento. Àquele que em vida realiza grandes obras e feitos que influenciem o pensamento de outras pessoas e as tornam melhores ou simplesmente concedem a ela algum tipo de satisfação e contentamento de forma justa e honrada só resta ser lembrado, reconhecido, memorado. Lembram-se do padeiro e do leiteiro? É exatamente isto. Destaque, brilho, diferenciação. E como? Cada qual que responda à sua maneira.

3 Comments

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    Comment by Anônimo

    "Não me importo com as pontas da vida, começo e fim... só com a vida em si, o que há entre os dois."

    ;D

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    Comment by Anônimo

    Olha, sinceramente, acho que o ego sobrevive a morte física e cabe ao satanista ir além do que a biblia satânica evidênica, cabe a ele buscar na ciência uma prova da imortalidade do ego. Agora, com certeza, a vida é o bem mais precioso e ela deve sim, ser VIVIDA plenamente! Provar que há uma outra realidade fora da material não ivalida Lavey, Acho que o satanista tem que ter a mente aberta porque o renascimento pode ser real sim. Bem, ser satanista não é na minha opinião ser alguém que não considera a possibilidade da realidade extrafísica. Mas sim alguém que não poem isso em primeiro plano. Espero que os irmãos satanistas tenham me entendido.
    Viva a Satan!!!

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    Comment by Vítor V.

    Tudo depende de como a crença em planos metafísicos influencia o viver "físico". Como não há qualquer consenso sobre o post-mortem, não é um erro pensar numa ou noutra condição que não pode ser "provada". Mas não devemos deixar de viver por conta disto...